sábado, 4 de julho de 2026

Bizarria

 

O estrondo no tempo, rondante,

redondo, rompendo-se no vento

um rocambole desarabesco, sendo,

nos rompe e liga, neste, e em todo instante...

 

Hoje vivemos a vida aberta,

carta certeira, de uma carteira morta,

som, onde o mar ronca e liberta,

e a mais reta via, é a mais torta!

 

Nestes dias de glória e cantoria,

faremo-nos ser o que somos:

cantantes da dor e da alegria!

 

Que de tudo, e em tudo nos compomos,

feitos de versos anarquistas todo dia,

e a bizarria (de querermos) ser melhores todo dia...  

Nenhum comentário:

Postar um comentário