O caminho as vezes balança, meio que vacila,
feito o quadril de um capoeirista que samba,
ou um principiante andando na corda bamba,
a estrada se reinventa, e aqui e ali, oscila...
Mas quem sabe pra onde, pra lá vai seguir!
Que no interior mais profundo do seu coração,
mora o destino, a vontade, e a intuitiva direção!
Então, mesmos com os tropeços, não se pode cair...
E se alguma vez, uma queda interromper o passo,
o espírito verá claramente razão, ordem e sentido,
e se levantará de um salto, sem medo nem gemido,
pronto para a sequencia, tocando no mesmo compasso,
pleiteando os sonhos que compõem a vida vindoura,
nesta vida de agora, na alegria que de dentro aflora...






