Na véspera de toda luminosa emancipação,
o ínfimo desprezível faz de tudo pra contaminar,
assorear com areia onde deveria haver o mar,
e preencher de trevas a mais natural claridão...
E segue sendo assim a muito, muito tempo,
quando, o frio mais intenso antecede a aurora,
ou nos instantes finais se sente maior a demora!
A grande construção parece só poeira e vento!
Este é o momento que vivemos nesta terra!
As forças mais nefastas tem se manifestado
justo porque temos, pra realidade, despertado,
e percebido que a tal liberdade não se encerra
na ilusão de olhar pro mundo como "fato dado",
mas que ela é fruto, pelo nosso suor plantado!






