Dizer o que é necessário, de forma clara,
é uma ilusão que cabe em todas as partes:
O que e necessário? Quem define, reparte?
E o que é claro, se cada coisa tem muitas caras?
A ciência briga com a linguagem pela dubiedade!
É justo, mas nem sempre lembra que é da natureza
humana a diversidade das cartas, sobre as mesas,
que são tantas umas e outras, em busca da verdade...
Assim, vamos tateando na escuridão, sem esquecer,
de que existe a mentira, que se manifesta na intenção
de quem passa uma mensagem, do olhar sua expressão,
mas que mesmo entre os que a luz queremos merecer,
a imprecisão nos torna humanos, em busca da redenção,
de sermos honestos, no que pela Poesia conseguimos ver...






