Num cantinho de telhas de barro e madeira
Escondido entre lugares que acreditamos, sem importância
Esconde-se uma comida, que maior que inteira
Mostra-me a beleza da relevância
Que a simplicidade pode ter:
Comida Chinesa, antes de tudo brasileira
Cidadãos do mundo, que habitam conosco aqui
E que fazem do que nos era estranho, o novo prazer
Da comida bela, altiva, perfeitamente prazenteira
Que o inédito postulou bem ali...
Na simples casinha com sua simplicidade posta à mesa
No velho e maravilhoso restaurante de comida chinesa!
Violeiro, Cantor e compositor do Grupo Accordi. Esposo de Elení Fagundes mambembrincantes@gmail.com (61) 98288-3113
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Sentado numa mesa de poeta
Nesta manhã fria, que me aquece os sonhos
Me pus a cantar o fado da beleza que espero
Ver real, surgindo da esperança, que apesar de tristonho
Continuo sonhando, por que é o que realmente quero!
E o vento frio me dá a certeza de que o dia
Se sucederá, dia após dia, na certeza que mantenho
E fará o inaudito ser o veredito da alegria
Que surgirá do momento depois de franzido o cenho.
E romperá na certeza mais plena desta esperança
Que me mantém, e mantém o mais alto que me completa
E faz do belo o mais singelo que a alma alcança
Pois que a verdade se hospeda na voz discreta
Que se alarde sem se gritar e espalhar festança
Vi, e vejo tudo isso, sentado nesta mesa de poeta!
"Poema feito na mesa da poeta Lilia Diniz"
Me pus a cantar o fado da beleza que espero
Ver real, surgindo da esperança, que apesar de tristonho
Continuo sonhando, por que é o que realmente quero!
E o vento frio me dá a certeza de que o dia
Se sucederá, dia após dia, na certeza que mantenho
E fará o inaudito ser o veredito da alegria
Que surgirá do momento depois de franzido o cenho.
E romperá na certeza mais plena desta esperança
Que me mantém, e mantém o mais alto que me completa
E faz do belo o mais singelo que a alma alcança
Pois que a verdade se hospeda na voz discreta
Que se alarde sem se gritar e espalhar festança
Vi, e vejo tudo isso, sentado nesta mesa de poeta!
"Poema feito na mesa da poeta Lilia Diniz"
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Acalmar o coração
No dia a dia, na quentura das demandas
Muitas vezes me encontro distante
Do equilibrio que embala as redes nas varandas
Da casa, em meu peito pulsante
Do quintal, de amores e pitangas
Do rumo, que defino com os sextantes
Que apontam sempre pra terra das mangas
E as vezes a guerra se aponta cedo
E assustado, viro pro lado do que não quero
Pro que espero, e pra onde aponto meu dedo
Com o carinho sem espinhos, construído com esmero!
E então o que eu faço e espero sempre mais
É que o caminho se abrande pela ação
Deste infante da luta incessante desde meus pais
Que vem aprendendo, que vencer, é acalmar o coração!
Muitas vezes me encontro distante
Do equilibrio que embala as redes nas varandas
Da casa, em meu peito pulsante
Do quintal, de amores e pitangas
Do rumo, que defino com os sextantes
Que apontam sempre pra terra das mangas
E as vezes a guerra se aponta cedo
E assustado, viro pro lado do que não quero
Pro que espero, e pra onde aponto meu dedo
Com o carinho sem espinhos, construído com esmero!
E então o que eu faço e espero sempre mais
É que o caminho se abrande pela ação
Deste infante da luta incessante desde meus pais
Que vem aprendendo, que vencer, é acalmar o coração!
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Da alegria como tijolo do castelo da felicidade
Olhando pro mundo, e pro modo como me encontro nele
Vou me encontrando com o pulso da estrada de me encontrar
Porque só caminha esta senda quem se colocar no lugar aquele
Onde o passo de tudo se firmar no chão de todo lugar
Que o caminho é cheio de flores, folhas e espinhos
É cheio do Amor do Superior que nos permite seguir andando
Mas que só se manifesta na esperança dos olhos menininhos
Que está em todo lugar que há, em que esteja o ar, se manifestando
E o ar do céu nos dá a Vida como infinito presente
E na presença da Luz sempre nos permite a perfeita vontade
De construirmos a boa sensação que quem pratica o bem sente
Na satisfação maior que pode nos dar a definitiva liberdade
Em que a maldade nem seja lembrada de tão distante e ausente
E a alegria seja considerada como tijolo do castelo da felicidade!
Vou me encontrando com o pulso da estrada de me encontrar
Porque só caminha esta senda quem se colocar no lugar aquele
Onde o passo de tudo se firmar no chão de todo lugar
Que o caminho é cheio de flores, folhas e espinhos
É cheio do Amor do Superior que nos permite seguir andando
Mas que só se manifesta na esperança dos olhos menininhos
Que está em todo lugar que há, em que esteja o ar, se manifestando
E o ar do céu nos dá a Vida como infinito presente
E na presença da Luz sempre nos permite a perfeita vontade
De construirmos a boa sensação que quem pratica o bem sente
Na satisfação maior que pode nos dar a definitiva liberdade
Em que a maldade nem seja lembrada de tão distante e ausente
E a alegria seja considerada como tijolo do castelo da felicidade!
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Na frente da escola
Vi meninos passando desprovidos de entusiasmo e alegria
Entrar pela porta como quem vai onde não está seu coração
Passar pela porta com um frio "Bom dia professora, bom dia tia..."
Mas o bom dia não passando de uma muito vazia expressão.
Há que se tomar cuidado com a impressão que pode ficar
Quando se está chegando em um lugar de entrada e passagem
Que dá acesso ao que nos dias de hoje chamamos "Centro Escolar"
Pois que a impressão muitas e muitas vezes não é mais que miragem
Que o que vemos nem sempre é tudo o que parece
Muitas vezes é o inefável, que à Luz, presente, se arrefece!
Que os meninos
Há!, os meninos!
São o que fomos, e tantas vezes insistimos em ser:
Seres que reclamamos,
Sem perceber,
A riqueza de compartilharmos,
Alegrias e canções,
Brincadeiras de bola,
Que vejos nestas parcas reflexões,
Que faço
Aqui na frente da escola!
Entrar pela porta como quem vai onde não está seu coração
Passar pela porta com um frio "Bom dia professora, bom dia tia..."
Mas o bom dia não passando de uma muito vazia expressão.
Há que se tomar cuidado com a impressão que pode ficar
Quando se está chegando em um lugar de entrada e passagem
Que dá acesso ao que nos dias de hoje chamamos "Centro Escolar"
Pois que a impressão muitas e muitas vezes não é mais que miragem
Que o que vemos nem sempre é tudo o que parece
Muitas vezes é o inefável, que à Luz, presente, se arrefece!
Que os meninos
Há!, os meninos!
São o que fomos, e tantas vezes insistimos em ser:
Seres que reclamamos,
Sem perceber,
A riqueza de compartilharmos,
Alegrias e canções,
Brincadeiras de bola,
Que vejos nestas parcas reflexões,
Que faço
Aqui na frente da escola!
domingo, 16 de outubro de 2011
O trabalho que redime
Na luta que enfrento todo dia
Que nasce da necessidade
Que veio como efeito colateral da rebeldia
Que pousa sobre a enormidade
Que venta na tempestade fugidia
Que relampeia pela eternidade,
Eu, cantor de minha própria agonia
Grito, aflito e com toda a sinceridade:
Pela falta de Amor que ao mundo oprime
E em meu coração tem o peso
Do peso que ao papel deprime,
Pois que só o constante criar
Que o constante criar pode propiciar,
Ao meu peito liberta,
Que a verdade maior é que:
Sou vivo pelo calor do labor
Do trabalho que redime!
Que nasce da necessidade
Que veio como efeito colateral da rebeldia
Que pousa sobre a enormidade
Que venta na tempestade fugidia
Que relampeia pela eternidade,
Eu, cantor de minha própria agonia
Grito, aflito e com toda a sinceridade:
Pela falta de Amor que ao mundo oprime
E em meu coração tem o peso
Do peso que ao papel deprime,
Pois que só o constante criar
Que o constante criar pode propiciar,
Ao meu peito liberta,
Que a verdade maior é que:
Sou vivo pelo calor do labor
Do trabalho que redime!
sábado, 15 de outubro de 2011
Se equilibrar entre a depressão e a euforia
Na viagem que seguimos nesta terra que habitamos
Somos passageiros e condutores, passivos e agentes
No caminho que sonhado, aqui, neste chão, o executamos
Passo a passo, cada dia, todos os dias, frios ou quentes
E caminhar não é fácil, eu te digo, meu amigo
Caminhar é o exercício cotidiano da constância
E o faremos todos juntos, tu comigo, eu contigo,
Na peleja sem parada, nesta vida que é nossa militância
E viver é sonhar com o futuro de fartura e de bonança
Com a certeza mais concreta de que nossa essência é alegria
Que nos torna como a mãe que enxerga sua criança
Que se acerta com a beleza que esblande todo dia
Que se expande na infinita gentileza da festança
Que me pede pra me equilibrar entre a depressão e a euforia!
Somos passageiros e condutores, passivos e agentes
No caminho que sonhado, aqui, neste chão, o executamos
Passo a passo, cada dia, todos os dias, frios ou quentes
E caminhar não é fácil, eu te digo, meu amigo
Caminhar é o exercício cotidiano da constância
E o faremos todos juntos, tu comigo, eu contigo,
Na peleja sem parada, nesta vida que é nossa militância
E viver é sonhar com o futuro de fartura e de bonança
Com a certeza mais concreta de que nossa essência é alegria
Que nos torna como a mãe que enxerga sua criança
Que se acerta com a beleza que esblande todo dia
Que se expande na infinita gentileza da festança
Que me pede pra me equilibrar entre a depressão e a euforia!
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