Pode até não parecer, mas um gesto
pequeno, como pegar na sua mão,
num momento delicado, num senão,
fez nossa história ser maior que o resto...
As vezes o infinito se mostra no miúdo,
no ínfimo, no que costuma ser desprezado,
e que tantas vezes nós deixamos de lado,
mas que, no momento certo, conserta tudo...
Assim foi o começo do amor que vivo:
Um "pegar na mão, num momento leve,
e não planejado, autêntico e breve
em que minha mão se encontrou contigo,
e me encontrou no que, por dentro, me inscreve:
Lua cheia do nosso amor onde me abrigo!

Que belezura! Muita Arte, poesia, amor e muita e muita Música 🎵 Viva a Vida e a Resistência!
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