A luta se consagra na vitalidade da esperança
e se renova em momentos de festa e de dor,
se cria em arrelias, bizarrias, glória e pavor,
e nos aparece como constante, desde crianças...
A peleja é a própria essência magna que transita
nas veias, artérias, sonhos e visões do vivente,
e em tudo que fazemos e pensamos está presente,
desde o sono, até o ganhar cotidiano da vida...
Por isso trabalhamos, e a isso chamamos lutar!
Porque a riqueza é concentrada longe da lida,
longe de quem a pratica, e de todo mundo cuida,
e fica nas mãos dos que não sabem trabalhar:
Só sabem absorver as fortunas que produzidas,
pelos trabalhadores, que só tem a luta como saída...

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