O que nos vai no coração é mutável
em parte, no que não nos identifica...
No que define o nosso jeito de ser, se aplica,
mudar, é de fato sempre inaceitável...
Assim, troca-se o que se costumava comer,
anda-se por novos caminhos a cada dia,
se esquece as tradicionais pequenas rebeldias
e se busca menos ditar, e cada vez mais ceder...
O que não cambia, não sai da perspectiva,
é tentar mudar como o mundo pra nós se apresenta,
e a forma como a distribuição das riquezas se assenta!
Porque nestas coisas, da maneira mais objetiva,
se percebe o que somos, e o que queremos,
e dirá como vivemos, o que fomos, e seremos...

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