A novidade entre nós não é mais nova,
mas uma recriação de velhos caminhos.
Sentimos tanto medo de deixarmos o ninho,
que o inédito pode estar encoberto por névoa...
Queremos o desafio de gerar cotidianamente
o novo dentro do peito, na cabeça, na rua...
Os velhos jeitos com mais velocidade, acentuam,
os mesmos antigos preconceitos, infelizmente...
Assim, cabe à gente não aceitar o estabelecido
só pelo fato de que "sempre foi assim", como dizem
aqueles que às ancestrais certezas reproduzem!
Porque o que nos faz humanos não é conhecido,
ou não foi ainda, pelos nossos iguais, inventado...
E o mundo que queremos ainda está por ser criado!!

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