
Olhar o mundo pelo olhar do outro,
A suprema abstração.
A inexistência levada ao extremo oposto,
Onde só há a inconsistência, então...
E ali, naquele parque do inexistir incontrito,
Aparece o único lugar onde a existência,
Em sua inequívoca inessência,
Traz consolação pro meu coração aflito,
Olhar o mundo pela experiência,
Do que não sei se não seja minha
Vivência/sonho que se esquadrinha,
E se divide em minha, e outra essência,
Que não sei se não ou sim, mas que se avizinha
E mais uma vez o outro me aponta, e caminha.
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