
Neste tampo, tempo em que sigo meus rumos,
Como o resumo de tudo que pude sentir e ver,
Feito sonho de cantar, de me fartar de saber,
E o sempre constante auto expremer-me os sumos...
Sobressaltos de chofre, rumo aos prumos,
Com a suavidade que pode a morte,
Com a enormidade do tamanho do norte,
Lugar onde chega este caminho pronde rumo,
O sentido da lida desta minha caminhada,
Que há de me levar ao topo deste risível morro,
Que eu feito rio, ao me rir de mim enquanto corro,
Mas o seguir destas águas me mostrará nada,
Pois que tudo já foi visto, tudo já foi bebido,
Tudo foi e será sempre lambido, desde o ancestral umbigo....
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