
Porque um
Poema novo, todo dia?
Porque torcer
as letras, porque direções?
Da transitoriedade
que arde e ardia?
E pareciam
ser eternas ganhando dimensões...
Quem sou eu,
sem meus passeios na alegria?
Cada Poema
em que paro, disparo, nele me sigo...
Só sei que o
tiro vinha, e a dor doía,
Nem sei se
presente raro, ou apenas perigo,
Mas o tempo
não é perdido ou ignaro,
Sabe de
minhas torpezas e pretensões,
Vê onde
apenas brilhavam inexatidões,
E se por
vezes, titubeio próximo ao anteparo,
Me paro, e
olho aturdido de uma altura de aviões,
Um Poema
celebra a busca e o salto pras imensidões...
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