
Canções de lua, de lida, de tempo,
De dias em que a chuva lava e invade,
Os gestos, as cores, a Luz e as partes,
Das partes de dentro de meus aposentos.
A Lua míngua num céu de brancas cordas,
Quase nova, quase quase nada dela,
Quase o céu sem seu brilho de musa bela,
A Lua é a água que neste peito borda,
E transborda em águas de final de vento,
Onde seu brilho, inusitado ganha velas,
E leveza de meninos feito luz de vela,
Que bruxuleia alegrias de nome Bento,
Cantorias de parabéns, também sem elas,
Nesta Lua minguante, alegria e chuva na janela!
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