
Na aventura de ser, e aprender
E pender, e me verter, e me cerzir,
E avançar, quando nem podendo vir,
E sob o Luar, e sob o Sol arder,
E no abalamento da corrida que quica,
Que sobe a enormidade do salto,
Que se esnoba e solta-se sobressalto,
E azul e doce como canseira e canjica,
Ventar é meu decisório cotidiano,
Minha alegria reside em ver cheios,
Os panos de popas e bujas e meios,
Cantar é como me vento em meus panos,
É como me salto em meus rios,
E nado, avançando além do medo e frio.
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