
Não sei como me venço,
Porque não sei se quero!
Pelo eterno sei que deito/espero,
Quando me solto no espaço imenso.
Mas, do que não posso,
Nem pelo amor do vento,
Nem pelo caminhar mais atento,
Ainda não abro esforço.
A dor no peito ainda deixa caroços.
A dor nas vistas, na Viola,
Nos dedos e manhas e nas horas,
Porque por horas e carnes de pescoço,
Nada sou, nada do feito com cola,
Mas, em nome do amor, me fizeram as senhoras.
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