
Ainda bem que tem a Poesia!
Que muda o cenário, troca os lados,
Inverte os polos do conhecido talo,
De onde pendem meus versos e alegria.
Então não me calo! Oh!, calor na boca,
Neste meu corpo que se foca em canduras,
Em vestígios de chuva, de fruta madura,
Em Solstícios onde o Rio da Força desemboca,
E do alto da Poesia a Água do rio nem me toca,
Mas, mais propriamente me respinga sua beleza
De que o vento traz o perfume por gentileza,
E então, feito um milho de pipoca que espoca,
De dentro de mim a Poesia, só ela, de perto ou longe,
Põe pra fora toda pequenês que em mim se esconde.
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