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Camarón de la Isla |
Nasce o dia, chegam meninos, cresce o alarido.
O som da Viola e da vida, e suas invenções.
O silêncio rompido, radiante e querido
Nem faz mais sentido, e pede, sentido, senões...
Porque o dia se nasce se florindo, e pedindo.
O dia se rompe nas eternidades dos minutos,
Que passamos juntos. Que compomos minuetos,
E Guitarras e Vihuelas, Camarones lindos...
Onde abrimos as canastras de paixões sapateadas.
Nos cantamos os solfejos intermináveis e lépidos,
Que nem se vê por onde foram os dedos,
Pois que é que eu(s) meninos somos uma só estrada,
Do tanto que já cantamos, com poeira até nos tinos,
Nas nuvens da terra, nos fazendo Flamencos meninos.
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