Como nada mais fosse, passasse eu, nas ondas nadasse, e nada se fez e faz. Como lambuzasse, de óleos e verves, das fontes que bebes, e nelas me banhasse, eu, cantoria e passos, e desloucados vasos onde fosse o caso, como se nem cansaço, nem as folhas do amanhã, colhessem-me as manhãs.
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