sábado, 31 de outubro de 2015

Destino


Como um rosto mostrasse,
em um seu piscar despistado,
e sua eternidade pousasse,
e nela, inusitado encontrasse 
o olho, lá do outro lado...

E desse susto,
a verdade estatuada,
uma perplexidade estampada
em corpo ou busto,

percebo eu menino,
e vejo no seu olhar,
um leve/ligeiro ventar,
aqui e em todo lugar,
(tem gente que chama destino).

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