Criamos espadas de caixas de papelão de latas, carros de mão, caminhões nas estradas... Fazemos cadeiras do óleo da terra, e do Boi que berra Rabecas Perneiras! Fazemos Poemas do ar das palavras, suspiros e aspas, e tantos sãos os temas, que dia a dia passa, e sempre um Poema se faça...
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