Tenho visto mães que alimentam o mundo. E neste tempo, cães, que o comem, imundos, e rosnam, gritam, soltam-se pelo ar, permitem-se maldar, mas não se infinitam... E se farão findar, quando delas vier, e o mundo mostrar, e a Paz no coser, de um alvorecer, florescer pelo ar...
Nenhum comentário:
Postar um comentário