A vida cotidiana é feita por cada um
enquanto a história se verte coletiva...
E no encontro entre elas, uma narrativa
estabelece um procedimento comum,
ainda que estranho, mesmo surpreendente,
como se fossemos o que somos, e o que fomos,
mesmo quando não eramos nós que andávamos,
por este chão, na noite escura, no Sol ardente...
Assim, o estudo nos revela de nós o desconhecido,
o ainda não feito, mas feito pelos nossos, que antes
andaram nossos passos, incertos, tristes, vacilantes
nestes "vales de sombra da morte", de novo lido,
novamente caminhado, passos eternos divagantes
que seguem rumo, ou ao velho, ou ao por nós preferido...

Nenhum comentário:
Postar um comentário