pra que elas fossem lavadas todos os dias.
Cada dor, se era por dentro, não apenas ardia:
queimava! Mas por fora eu as cobria de flores...
Numa estrada de terra, apontei meus caminhos!
Entre as árvores do mundo cantei todas as glórias,
e entre os camponeses fiz adimirarem as histórias
que criei, ou que vivi, acompanhado ou sozinho...
Não sabia mais que hoje, nem sei ou saberei!
Caminhar me ensina as mais velhas lições,
e entorna os mesmos caldos de tantos senões...
Mas o novo renova tudo aquilo que já pensei!
E pensar novamente transforma o que foi deixado,
e cria estradas novas nos trilhos já (tão) caminhados...

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