Uma festa que não sabia a hora do fim!
Uma corrida que lembrava coisas ruins,
e uma esperança que carregava uma alegria...
Assim se pareciam estes tempos recentes:
O medo chegou a dominar d'alma os espaços,
a peleja se dava com, e sem, o frio dos aços,
mas um fogo libertário seguia dentro da gente!
E só por isso demos conta desta luta ancestral!
Uma luta que não se determina pela religião,
sejamos nós budistas, muçulmanos ou cristãos...
Mas a gente mesmo, bichos de pretensão racional!
Fortes em nosso desejo de construir o melhor,
vestidos da certeza de que entre nós, não há pior!

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