quarta-feira, 25 de julho de 2012

Nosso destino ansiado

Esta nau em que navego rumo ao desconhecido,
Nem é nau, por que a forma lembra os corpos
Dos que aqui e agora vivos, ou pra frente mortos
Singramos tempo e mares pensados perdidos,

E nesta viagem a vida vai mostrando as telas,
As folhas e selas onde cavalgamos caminhos
Nas certezas e velas que desviam espinhos
Na Luz do Sol, cores da Lua, brilho de estrelas

E o caminho há de mostrar novos ciclos, eras
Onde velhos vícios sejam re-pensados
E os novos meninos pareçam animados

Com o crepitar no horizonte de impensáveis quimeras
Que aparecem pra quem se põe no nunca caminhado
Chão de céu e estrelas, nosso destino ansiado.

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