
Visitar terras de onde.
Eis a liberdade que se anuncia,
Em cada balanço, cada alegria,
Em cada berço e esconde-esconde,
Que se brinca enquanto arde,
Que faz tanto alarde que agonia,
(Às vezes pela angústia se anuncia,)
O tempo novo! De onde se parte!
Pra inusitada lavra da alforria,
Onde se colherão frutos de luta,
Onde se plantarão morangos e juta,
Pra nos dar doçura, tesão, fidalguia,
Pra honrar nossos pais pela labuta,
E eu chegar a deixar de ser filho da puta.
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