
Por alguma razão que eu ainda não sei,
Sigo,
Isto sei.
Se consigo, só o tempo irá dizer,
Mas sigo,
Posso dizer,
Não sei ainda se para o melhor
Ou pra algum
Castigo
Mas sei que depois de tudo, sigo
Sei que no porvir
Consigo.
É possível que dores maiores
Antecedam
Dias melhores,
Mas a Luz no fim do caminho
Não me deixa
Caminhar sozinho.
E qualquer vento vadio, levinho,
Insufla-me asas
De passarinho.
Clóvis Truppel, designer e artivista
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