
Cravei signos onde haviam postes,
Pra que a Luz chegasse por histórias,
Tantas Glórias, persistentes mais que retóricas,
Vitória neste dia de alforria pras hostes,
Que somos, caminheiros companheiros,
Aprendentes e ensinantes sempre sempre mais,
Como um ninho de fábulas fazendo bastar os ais,
Pela cura da verdade que habitará nosso celeiro,
Que nos alimentará da pura energia livre!
Mulheres e Homens novos nesta terra,
Chão germinante que pelos mitos berra,
E quem no dia de hoje tece a história que vive,
E (me) (nos) ensina que o Amor renova,
Filha mais velha, amiga cada dia mais nova.
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