
Todos os passos, tortos, mortos ou espertos,
Que passeei nestes meus caminhos,
Custaram-me farpas, forças, espinhos,
Altas as escarpas que fiz, e subi ao certo.
E é justo que o passeio nos custe escolhas,
"Ai dos marulhos se não fossem os molhos"
Gritam nossos ancestrais de seus escolhos,
De seus restos funestos, novos em folha!
Mas o velho ex-perto, mais próximo,
Mas, esperto, pois que o chão a tudo apóia,
Ao pão que do chão, o chão na Glória,
Clama e acredita, e medita crendo ótimo,
O avanço que o balanço seguro na bóia,
Faz-nos ver a praia, com fartura e jóias...
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