
O vau da lua, esquema de ver a cor
da presa do predador faminto.
E não mais, sinto, antenado e sucinto,
E distinto anônimo entre vazio e sedutor.
Entre abstrato e inato mais retinto,
entro beato e volto menino saído a visgo,
saído à base da estrada sem castigo,
sem cansaço nem estrago nem casmurro extinto.
Só o velame da alma que bebe o sopro,
do vento eterno pequeno e abstêmio,
desterrado do eterno pela seca do biênio,
Pela seca que avança anos e sobra,
Sonha com lantejoulas, papoulas e amoras,
no chão do Cerrado amores e histórias.
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