
E como eu acho, neste peito
Meu alento, minha consolação?
Onde estará, em que pedaço do coração
Reside está força que me lança de todo jeito?
Eu vejo passarem as casa coloridas
Ao longo deste férreo e vaporoso motor
Com que me entrego, pelo que de amor,
Que cheio que tenho, minha certeza iludida
Em tudo que faço, penso que penso
Que penso além desta minha estrada
Como precisasse justificar ávida respirada,
Pela vida além do viver mais intenso
Que é que imagino querer compartilhada
A vida, nossa vida, de mãos dadas!
Nenhum comentário:
Postar um comentário