
As artérias são mudas,
são várias, corpo irrigado,
da natureza fluida, carregado,
o corpo/sangue transmuta...
E é feito a planta, que nova, muda,
e fica sempre depois no mesmo
lugar ao lado do sagrado esmo,
onde o corpo nada, sobe, afunda,
e se salva bebendo a linda fluidez,
com que a corporidade se banha,
e que perde e joga, e louva e ganha,
as boas e velhas, e sérias desta vez,
ponderações sobre a matéria,
destas, de que as artérias, e tudo se fez...
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