Nada se insufla tanto
pelos vãos de tudo,
quanto o nada obtuso,
quanto o tempo, espanto.
E pelo meio do centro,
as esquerdas esquentando,
as direitas camuflando,
o novo se cozendo,
em meias tristes,
camisolões alegres,
tocas, cachecóis leves,
feito água, e alpiste,
ser tudo que é necessário
pra um passarinho solitário.
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