O que conta, afinal, nesta vida de sonhos, de irremediável e risonho rumar-se ao final? Seria buscar o tal, o remédio sonhado, e não ser acordado pelo dormir fatal? Ou será aceitar que a carreira tem barra, que todo sonho amarra, o vivente ao ressonar? E pra ir pra além se deixará, de ser alguém?
O último nó de nossa servidão se encontra naquele ponto onde o exterior se torna um com o interior, onde o mecanismo do próprio ego se sutiliza ao ponto de desaparecimento e onde a lei de nossa ação é enfim a unidade que abraça e possui a multiplicidade, e não mais, como agora, a multiplicidade esforçando-se para reproduzir alguma imagem de unidade. Encontra-se aí o trono central do Conhecimento (...) observando seu mais vasto domínio; aí o império do Self e do seu mundo; aí a vida no Ser eternamente consumado e a realização de Sua natureza divina em nossa existência humana.
O último nó de nossa servidão se encontra naquele ponto onde o exterior se torna um com o interior, onde o mecanismo do próprio ego se sutiliza ao ponto de desaparecimento e onde a lei de nossa ação é enfim a unidade que abraça e possui a multiplicidade, e não mais, como agora, a multiplicidade esforçando-se para reproduzir alguma imagem de unidade. Encontra-se aí o trono central do Conhecimento (...) observando seu mais vasto domínio; aí o império do Self e do seu mundo; aí a vida no Ser eternamente consumado e a realização de Sua natureza divina em nossa existência humana.
ResponderExcluirSri Aurobindo