
e vales entre elas,
e neles cidades, vielas,
e cumes de encostas castanhas...
Falam dos céus, azuis,
dos ventos, perfume e frio,
das águas mares e rios,
dos caminhos, onde tudo flui...
Um é o mundo que se pensa,
que se fala, se imagina,
lembrar o gosto da Tangerina...
Outra é a coisa ela mesma,
cada ser em sua latência,
sua multiplicidade na (una) existência...
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