Desde quando a alma se solta em canto,
Dor, Alegria, Consolo pra quem tem Pranto,
Ou a Rebeldia que espanta?
Desde quando somos sons?
Desde os promontórios da ilusão,
Avistamos falsas nuvens, perdição,
Nos dizendo que somos bons....
E nisso cremos, como incautos,
Seres de pranto e gozo,
Cantando pra ter repouso,
Pois no futuro constará dos autos,
Quando cantarmos alto nossa arrelia,
Cantando desde sempre Santa Alegria.
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