
A cor do que cada um carrega,
Em seu peito sua essência flora,
No ar, que ora medroso aflora,
Antes primaveril viril à entrega,
Mas a brutalidade deformou caminhos!
Nós, os seres absortos apenas vimos
Que nas praças, o mal, afinal, nós vimos,
De nós nascido, em nós mesmos espinho.
E assim como visto, agora veremos,
Já vemos a Luz em cada manhã clara,
Em cada manhã de chuva, vida à nós cara,
E cada gota nos dá que nos alimentemos,
Pra seguir este caminho de paisagens raras,
Até hoje ouvir o Bem-te-vi, o coração dispara!
A imagem e o poema são um espetáculo, um alento aos olhos e à alma.
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