
Aquele
senhor, de quem cantei,
Aquele
imediato amparo, caro, raro,
Aquele
antemão que por vez disparo,
Aquele
meu cantar que ainda nem sei,
Mas,
seguramente, saberei...
O
porvir de meus risonhos, dia a dias,
Sangue
que vertia das ambrosias,
Que
comias, no seu dia, de Rei,
De
Rainha, de esposa da vontade,
E a
própria vontade, que há de arder,
Que há
de ser a versão de verter,
De
sub-verter a noção do que já arde,
No
próprio peito se invade e se permite perder,
Pois
o dia guarda, que te guarde os dias que há de ter...
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