
A comida que alimenta a estreita
Relação entre o nada e a vida
A escada de descer/subir vivida,
Vívida e estreita, canhota e direita.
A energia que move, transforma e deleita,
E dá distâncias à memória, conta histórias,
Conta presenças, licenças, e lutas inglórias,
E glórias, berço leve onde o porvir se deita.
Eu faço de minha rota minha própria sorte,
Minha inata e franca, seletamente manca,
Que só no que demanda força e marra branca,
Marra de toda cor, de todo valor além da morte,
Além de toda dor sentida, meu valente destino,
Que em qualquer tempo que viva, feliz menino.
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