
Carmins são entre vistas,
sombras de vasos coloridos,
antepastos soltos, perdidos,
acasteladas fadas de ametistas,
assim como terracotas são sóbrias,
são escória, escaldo e superioridade,
estonteantes e escarchante seriedade,
minha e tua, tudo e nada séria e própria,
e subo escadas numa escalada em mim,
e vejo nas sombras torturantes laços,
incandescentes horas, passo a passo,
e ainda assim penso no que Carmins,
Rosas e ventos e sobras da construção,
de mim e de tudo, do que outonos verão...
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